Teologia da libertação
A Teologia da Libertação disse que a igreja deve de rivar sua legitim idade e teologia por crescimento fora dos pobres. A Bíbliadeve ser li da e vivida a pa rtir da perspectiva dos pobres.
A igreja deve ser um mov imento para aque les que foram negados os seus direitos e mergulhado em tal pobreza que eles for am privados de seu status completo como seres humanos. Os pobres devem tomar o exem plo de Jesus e usá-lo para cri ar uma sociedade justa.
Alguns teólogos da libertação viu na natureza cole giada daTrinity um modelo de cooperativa e desenvolv imento não-hierárq uica entre os seres humanos.
Mais contr oversa, os libera cionistas disse que a igreja deve agir para trazer a mudança social, e deve aliar-se com a cl asse trabalhadora a fazê-lo. Alguns padres radicais tornou-se envolvidos na política e sindicatos; outr os, mesmo se alinharam com os movimentos revolucionários violentos.
Uma manei ra co mum em que padres bacharel em teologia e freiras mostraram a sua solidariedade com os pobres era passar de casas religio sas em áreas atingidas pela pobreza para compartilhar as condições de vida de seu reba nho.
O Papa dis corda
O caso cont ra a Teologia da Libertação
O falecido Pa pa João Paulo II foi frequentemente criticada pela severidade com que ele lidou com o movimento de libertação.
Seu principal obje tivo era parar a forma altam ente politizado da teologia da libertação prevalente na década de 1980, o qu e poderia ser visto como uma fusão do cristianismo e marxismo. Ele foi particularmente criti cado pela firmeza com que ele fechou instituições que ensinou Teologia da Libertação e co m a qual ele removidos ou repreendeu os ativistas do movimento, como Leon ardo Boff e Gust avo Gutiérrez.
Ele acredi tava que para transfor mar a igreja em mestrado em teologia uma instituição política secular e ver a salvação unicam ente como a rea lização da justiça social era roubar a fé em Jesus de seu poder de transformar toda a vida. A im agem de Jesus como um rev olucionário político era inconsistente com a Bíblia e os ensin amentos da Igreja.
Ele não quis diz er que a Igreja não est ava indo para ser a voz dos oprimidos, não ia campeão do pobre. Mas ele não deve fazê-lo por p olítica partidária, ou pela violência revolucionária. Os negócios da Igreja foi a realiza ção do Reino de Deus, não so bre a criação de um marxista utopia.

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