sábado, 13 de fevereiro de 2016

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O Brasil e a criação da Organização Mundial da
Saúde
A presença do Brasil na criação da OMS tem sido mencionada tanto
nos trabalhos retrospectivos sobre esse organismo como naqueles que vêm
se detendo na história da OPAS. Ressalta-se o fato de o médico paulista, Geraldo
Paula Souza, ter apresentado a proposta de criação de uma nova entidade
para a saúde mundial. Merece registro a participação de Paula Souza no
grupo de sanitaristas brasileiros que, na década de 1940, estava recriando a
Sociedade Brasileira de Higiene, muitos com atuação no SESP, entre eles
Marcolino Candau e Maneco Ferreira. psicologia forense

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emagrecer com garcinia Com a instauração do VII Congresso Brasileiro de Higiene, realizado
em 1947, e presidido por Marcolino Candau, retomam-se as atividades
da antiga Sociedade Brasileira de Higiene, criada em 1923.26 O colóquio
realizou-se em São Paulo, na Faculdade de Higiene e Saúde Pública, dirigida
por Geraldo de Paula Souza, e pautou-se pela defesa de uma atuação em
âmbito nacional que conferisse a esse grupo protagonismo semelhante ao
que alcançara o movimento sanitarista da Primeira República. telefone fisioterapeuta

Em 1945, durante a Conferência de São Francisco, nos Estados consultório dentista
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garcinia garcina camboja onde comprar onde comprar garcina cambogia preço Unidos, realizada com o objetivo de aprovar projeto de Constituição da Organização
das Nações Unidas, Paula Souza teria verificado a falta de referências a consultorio oftalmologia
questões de higiene e saúde. Isso motivou a apresentação de proposta, juntamente
com a delegação da China, de se constituir um comitê responsável por
avaliar as possibilidades de se criar uma organização internacional de saúde.
No ano seguinte, o Conselho econômico e Social das Nações Unidas
reuniu-se para convocar Comissão Técnica Preparatória da Conferência Sanitária
Internacional, cujo fim seria criar uma organização internacional.

Esse comitê, reunido em Paris em março-abril de 1946, foi integrado por 16
especialistas em saúde pública e representantes de quatro organizações in¬
26 Para o estudo da primeira fase da Sociedade Brasileira de Higiene, ver Madel Luz (1979).
ternacionais de saúde. Hugh Cumming e Aristides Moll assistiram ao evento
na qualidade de Diretor e Secretário da "Organização Sanitária Pan-Ameri¬
cana", que se converteria no nome oficial da Oficina Sanitária Pan-America¬
na no ano seguinte.

No mês de julho de 1946, 61 Estados nacionais formaram a Constituição
da OMS. O documento consta de um preâmbulo de 19 capítulos
com 82 artigos, como carta básica da Organização, estabelecendo o ob¬
jetivo geral e as estruturas central e regional, além de definir sua condição
jurídica e estipular relações de cooperação entre as Nações Unidas
e outras entidades, tanto governamentais como privadas, que se ocupavam
de temas de saúde.

Não foi simples o estabelecimento do papel a ser desempenhado e a
garantia de alguma autonomia de ação à OPAS. Um fator decisivo foi o aumento
de seu orçamento com base na elevação das contribuições dos países
latino-americanos, principalmente a Argentina, o Brasil e o México. A capacidade
de sustentação da OPAS, em contraste com o exíguo orçamento da
OMS, pesou efetivamente na negociação entre as duas entidades.

 Em julho
de 1948, durante a 2- assembléia Mundial de Saúde, firmou-se acordo entre
o diretor geral da OMS, Brock Chisholm e Fred Soper, diretor da OPAS, pelo
qual esse organismo, sem perda de sua identidade, converteu-se em Oficina
Regional para as Américas da OMS (OPAS, 1992; Soper, 1977).

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